Resultados encontrados: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

DEPOIS DO JANTAR

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Também, que idéia a sua: andar a pé, margeando a Lagoa Rodrigo de Freitas, depois do jantar. O vulto caminhava em sua direção, chegou bem perto, estacou à sua frente. Decerto ia pedir-lhe um auxílio. – Não tenho trocado. Mas tenho cigarros. Quer um? – Não fumo, respondeu o outro. Então ele queria é saber […]

POMBO CORREIO

POMBO-CORREIO

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Os garotos da Rua Noel Rosa, onde um talo de samba viça no calçamento, viram o pombo-correio cansado, confuso, aproximar-se em vôo baixo. Tão baixo voava: mais raso que os sonhos municipais de cada um. Seria o Exército em manobras ou simplesmente trazia recados de ai! Amor à namorada do tenente em Aldeia Campista? E […]

PRESÉPIO

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Dasdores (assim se chamavam as moças daquele tempo) sentia-se dividida entre a Missa do Galo e o presépio. Se fosse à igreja, o presépio não ficaria armado antes de meia-noite e, se se dedicasse ao segundo, não veria o namorado. É difícil ver namorado na rua, pois moça não deve sair de casa, salvo para […]

QUADRILHA

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João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.   João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.