AVESTRUZ ÁRABE
Declarada oficialmente extinta em 1966, o avestruz-arabe (Struthio canelus synacus), ou avestruz-do-oriente-médio, subespécie da família dos avestruzes, era conhecida dos povos do Oriente Médio (Kuwait, Jordânia, Síria, Israel e sul da Península Arábica) pelo menos desde 2.000 a.C., data atribuída às esculturas que a representam, encontradas por pesquisadores na Arábia Saudita.
Além disso, descrições precisas dessas aves foram feitas por naturalistas árabes que viveram em tempos antigos.
Semelhante ao avestruz-camelo (Struthio camelus camelus), que era de tamanho um pouco maior (450-530 mm de comprimento) e tinha como habitat a região norte-africana, ele media entre 390 e 465 mm, vivia em desertos e planícies semidesérticas, era selvagem e agressivo, especialmente as fêmeas em defesa de seus filhotes.
Na época da reprodução as fêmeas dessa subespécie, de coloração um pouco mais clara que a dos machos, botavam seus ovos em ninhos toscos e pouco protegidos que preparavam em meio às pedras ...Continue a leitura...
MOA
Atualmente extinta, a moa era uma ave incapaz de voar que habitou a Nova Zelândia. Supõe-se que tenha desaparecido há pouco mais de quinhentos anos (século 16), aproximadamente, sendo quatro os motivos sugeridos por cientistas para explicar a causa dessa tragédia animal: a chegada de humanos em seu habitat; a caça excessiva praticada pelos nativos, que apreciavam sua carne; as doenças trazidas por aves migratórias; ou, então, a alteração de seu habitat provocada por uma erupção vulcânica.
Apesar disso, até bem pouco tempo ainda existiam pesquisadores, embora poucos, que acreditavam na possibilidade de alguns espécimes terem sobrevivido à mortandade que dizimou a espécie, e por isso possam ser encontrados vivos em zonas remotas na ilha do Sul, da Nova Zelândia.
Delas existiram doze espécies diferentes, todas herbívoras A maior tinha 3,65 metros de altura, e a menor o tamanho de um peru, aproximadamente. Análises feitas em seus restos fósseis mostraram que se alimentavam basicamente com galhos ...Continue a leitura...
CASUAR
Ave corredora de grande tamanho e muito semelhante ao avestruz e à ema (as três são as maiores aves existentes na atualidade), o casuar pertence à família do gênero Casuarius (Casuarius casuarius). Ele tem coloração geralmente preta, atinge 2 metros de altura e peso de até 60 quilos, bico reto e comprimido dos lados, cabeça com crista óssea, mas variável conforme a espécie, das quais a principal é a popularmente chamada de casuar-de-capacete. A diferença entre elas reside basicamente na cor da barbela.
Sua cabeça é azul, assim como a parte superior do pescoço, com este apresentando barbelas (dobras de gordura) vermelhas. A crista óssea (ilustração abaixo) e de formato estranho, com função desconhecida, cresce devagar durante os primeiros anos de vida do animal. As asas são curtas e sem a porção anterior rígida, que funciona como principal elemento dos movimentos de vôo. Os tarsos, por sua vez, são curtos e fortes, e os pés possuem somente três dedos, sendo o do centro guarnecido com uma unha muito ...Continue a leitura...
PROMETEU
Segundo Hesíodo, poeta grego que viveu provavelmente no século 8 a.C. e escreveu sobre a genealogia dos deuses, o titã Prometeu, filho de Jápeto com Ásia, ou Climene, era irmão de Atlas, Ménetos e Epimeteu. Foi ele que criou os homens, com seu irmão Epimeteu, e também roubou o fogo dos deuses e o entregou como presente às suas criações.
Conta a mitologia grega que um deus - não se sabe qual – cuidou de dispor sobre a Terra recém-criada o que nela ainda existe: rios lagos, montanhas, vales, bosques, fontes, campos férteis e áridas planícies, frutas, peixes, aves e os quadrúpedes. Mas faltava um animal mais nobre, e por isso foi entregue a Prometeu e Epimeteu a tarefa de fazê-lo sem tardança, assegurando-lhe, bem como aos outros animais, todas as faculdades necessárias à sua preservação.
Para cumpri-la os irmãos tomaram um pouco da terra solta no chão, misturaram-na com água e fizeram o homem à semelhança dos deuses. ...Continue a leitura...
CACHOEIRA DO ARACÁ
Amazonas
A Cachoeira do Aracá (também conhecida como Cachoeira do El Dorado) com 365 metros de altura em queda livre, é considerada a maior do Brasil. Está situada no monte Tantalita, no Parque Estadual Serra do Aracá, município de Barcelos, extremo norte do estado do Amazonas. Fica a pouco mais de 200 km da sede municipal, em linha reta, e 393 km por via fluvial.
Nela, a água do rio Igarapé Preto que despenca de altura equivalente à de um prédio com 126 andares, forma no solo uma piscina natural rodeada por paredões rochosos revestidos pelo verde da floresta densa que lhe dá a fama de ser uma das regiões mais selvagens do planeta. A área da Cachoeira do Aracá abriga grande diversidade animal e vegetal, podendo ser visitada pelos amantes de aventuras durante o ano inteiro. A melhor época para isso é a que vai de Abril a Setembro, no período de chuvas.
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CACHOEIRA DA FUMAÇA
Bahia
A Chapada Diamantina está situada no centro do estado brasileiro da Bahia, a uma altitude média de 1.000 metros. Ela se estende por 38 mil quilômetros quadrados em uma região montanhosa onde afloram em seus altos as águas formadoras das bacias dos rios Paraguaçu, Jacuipe e Contas.
Essas águas correm em regatos que despencam montanha abaixo em inúmeras cachoeiras, como a do Degrau, a do Pulo, da Prainha, das Andorinhas e outras mais. A da Fumaça, com 340 metros de altura, é uma delas. Considerada por algum tempo como a maior do Brasil, foi depois superada pelos 365 metros da Cachoeira de Araçá (ou Eldorado), no município de Barcelos, Amazonas.
Mas ela não deve ser confundida com outras cachoeiras que têm o mesmo nome, como a de Paranapiacaba, Juquitiba e Piedade, no estado de São Paulo; a de Santa Leopoldina, no Espírito Santo, além de algumas mais.
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GARÇA PEGOU, MAS NÃO LEVOU, A




As três fotos acima, de David Hughes/Barcroft Media/Getty Images, mostram até que ponto a fome, ou vontade de comer, pode levar um animal. Na primeira, uma garça foi flagrada preparando-se para devorar um pato que acabara de matar em certo rio de Dublin, na Irlanda.
Na segunda, ela tenta engolir o pato inteiro (já que não lhe é possível dividi-lo em pedaços, como seria conveniente, pois não possui dentes ou garras)..
E na terceira, após constatar que certas coisas não podem ser feitas, por maior que seja a vontade, ela joga a presa fora e vai embora, certamente em busca de outra refeição que lhe passe pela goela.
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ELEFANTES EQUILIBRISTAS

Ficar em pé numa corda esticada no ar é bem difícil. Que o digam os artistas de circo que apresentam esse número com graça e leveza. Imagine então um elefante que não tem braços para auxiliá-lo a manter o equilíbrio, e ainda por cima pode pesar até 6 toneladas, dependendo da espécie. Complicado, não é?
Pois parece que não. Pelo menos para um grupo desses animais de tromba. Eles se transformaram na atração maior de um parque temático próximo a Bancoc, na Tailândia, ao andar em uma corda bamba. De acordo com agência "Barcroft Media", os animais conseguem se equilibrar em três pernas, conforme aparece na ilustração acima. Como conseguem fazer isso, ninguém explica, mas que é para todo mundo ficar de boca aberta ao ver um bicho desses imitando uma bailarina clássica, ah, isso é.
Mas a curiosidade ...Continue a leitura...
GAVIÃO ALIMENTANDO FILHO
Um esfomeado filhote de gavião e seu zeloso progenitor protagonizaram uma cena espetacular no céu da cidade de San Francisco, nos Estados Unidos. Lá nas alturas, o zeloso “papai”, caçador escolado, entregou ao filho ainda inexperiente nessa prática do pegar, matar e comer, uma ratazana que lhe serviria de comida.
A manobra, feita em pleno vôo, merece aplausos até mesmo de quem não concorda com a mãe natureza.
A cena foi registrada em junho de 2010 por um fotógrafo americano que conseguiu captar o momento exato em que o gavião pai, depois capturar a presa no solo e subir a uma altura de 30 metros, aproximadamente, entregou a comida ao gavião filho. Na ilustração, este aparece com sua patinha direita levantada, pronta para pegá-la.
Do trio que aparece na foto, só um, o ratinho, certamente lastimou até o último instante sua participação forçada no registro ...Continue a leitura...
CROCODILO DEVORANDO ANTÍLOPE
Os jornais publicaram em 09/09/2011 as imagens ao lado, obtidas pelo fotógrafo Paolo Torchio, que flagrou um crocodilo de mais de 6 metros devorando um antílope na reserva nacional de Maasai Mara, no Quênia, África. Selvagem e amedrontadora, elas nos mostram a realidade cruel da vida, onde os mais fortes sempre acabam engolindo os mais fracos. Por isso, como todo cuidado é pouco, ninguém pode estar desatento em relação ao lugar onde vai botar o pezinho.
A agência Barcroft Media também informou que segundo o fotógrafo Paolo Torchio, outros répteis de menor tamanho ficaram por perto, mas a uma distância segura, só observando enquanto o monstro devorava o antílope de mais de 130 quilos, com chifre e tudo. E não era para menos. Diante de um esfomeado e gigantesco crocodilo igual ao que aparece na foto (viram só o tamanho da cabeça dele), qual outro companheiro de caçada teria coragem de reclamar ao menos ...Continue a leitura...
OVOS
Os ovos são produzidos pelas fêmeas de muitas espécies diferentes de animais, incluindo aves, répteis, anfíbios e peixes, e certamente vêm sendo consumidos pela humanidade há milênios. Os ovos de aves e répteis consistem em uma proteção de casca de ovo, albumina (clara de ovo), e vitélio (gema de ovo), contidos em várias membranas finas. Escolhas populares para o consumo alimentar habitual incluem os de galinha, de pato, de codorna, ovas e caviar, mas por uma larga margem os mais consumidos pelos humanos são os de galinha (na ilustração, ovo de galinha e de codorna).
Dos ovos de aves existe uma enorme variedade de tamanhos O maior de todos é o da avestruz, e o menor de uma minúscula espécie de beija-flor. Não por coincidência, a avestruz (Struthio camelus) é a maior ave do mundo e mede até 2,7 metros de altura. Seu ovo tem cerca de 20 centímetros de comprimento e pesa em média um quilo e meio, mas, segundo o livro dos recordes Guinness, ...Continue a leitura...
MAIONESE
A maionese foi inventada pelo chef francês do Duque de Richelieu em 1856. Quando o duque derrotou os ingleses no porto de Mahon, capital da ilha de Minorca, na Espanha, seu chefe de cozinha criou um creme feito à base de creme de ovos para ser servido na festa da vitória. Quando o chef percebeu que não havia mais creme na cozinha, improvisou, substituindo-o por óleo. O novo creme foi batizado de Mahonnaise em homenagem a vitória do duque no porto de Mahon.
Consumida praticamente em todos os países do mundo, sua popularidade no preparo de pastas e molhos para saladas se deve ao sabor rico que possui, e à sua textura cremosa. Existem muitas maneiras de prepará-la, mas todas levam os mesmos ingredientes básicos – óleo vegetal, ovos, vinagre e suco de limão ou algum outro líquido básico – batidos juntos até se transformarem em um creme consistente. Mostarda, sal, açúcar e outros temperos costumam ser adicionados para acrescentar sabor.
PÊSSEGO
Originário da China, o pêssego é uma fruta muito apreciada em todo o mundo pelo seu sabor, aparência e valor econômico. No Brasil, ele é produzido principalmente nos estados sulinos, onde as condições naturais, sobretudo o clima temperado, favorecem a exploração comercial. De acordo com os dados divulgados pela Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o abastecimento nacional provém de cinco pólos de produção: Rio Grande do Sul, o maior deles, além de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. .
Segundo o IBGE, no período entre 1970-1999, a produção brasileira de pêssego passou de 111 para 159 mil toneladas/ano, assim distribuídas: Rio Grande do Sul: 42%, São Paulo: 22%, Santa Catarina: 19%, Paraná: 11%, Minas Gerais: 5% e os demais estados: 1%. A área de pomares, conforme a mesma estatística, passou de 16,6 para 20,7 mil hectares, assim distribuídos: Rio Grande do Sul (51%), Santa Catarina (20%), São Paulo (15%), Paraná (9%), Minas Gerais (4%) e os ...Continue a leitura...
RÉIA (CIBELE)
Saturno, apesar de ser o pai dos três principais deuses, Júpiter, Netuno e Plutão, não teve entre os poetas o título de Pai dos Deuses, talvez devido à sua crueldade com os filhos. Ao passo que Reia, sua esposa, era chamada de Mãe dos Deuses, a Grande Mãe, e venerada com esse nome.
Os diferentes nomes pelos quais era designada a mãe de Júpiter exprimiam, sem dúvida, atribuições diversas da mesma pessoa. Realmente, essa deusa, sob qualquer dos seus muitos nomes, é sempre a Terra, mãe comum de todos os seres. Reia (na mitologia grega), ou Cibele (na mitologia romana), era filha de Titéia e do Céu, irmã dos Titãs, mulher de Saturno. Confundem-se as fábulas de Reia e de Cibele.
Os poetas chegam a fazer confusão entre essas duas deusas e a antiga Vesta, mulher de Urano. Entretanto, é o nome de Cibele que nas cerimônias do culto e nas cerimônias religiosas dos povos, parece ter sido o mais ...Continue a leitura...
FILOCTETES
Filoctetes (ou Filocteto, em grego), filho do rei Peante de Melibeia e Demonassa, era originário da Tessália, na parte central do país, região onde se localiza o Monte Pelion, famoso por ser o lar do deus Atlas e das criaturas mitológicas conhecidas como centauros. Amigo e mestre de armas de Heracles (Hércules), de quem recebeu o arco e as flechas mergulhadas na bílis venenosa da Hidra de Lerna, foi ele quem acendeu a pira funerária (algumas fontes dizem ter sido Iolau) do herói grego.
Na segunda ilustração, Hércules, deitado em sua pira funerária, sobre a pele do leão de Neméia, entrega o arco e as flechas para Filoctetes. À direita, vê-se parte do corpo de Hermes, reconhecível pelas botas aladas.
Diz a lenda que quando Filoctetes se preparava para participar da Guerra de Tróia, foi picado por uma serpente, ou então ferido acidentalmente por uma das flechas envenenadas que levava consigo, ficando moribundo na ilha de Lemnos. Todavia, como havia sido ...Continue a leitura...